Inventário de Burnout de Oldenburg (OLBI)

OLBI


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Visão geral

O Inventário de Burnout de Oldenburg (OLBI) é um questionário de autoavaliação de 16 itens, desenvolvido por Demerouti e colegas, para avaliar sintomas de burnout relacionados com o trabalho. Mede duas dimensões centrais: exaustão e desengajamento. É um rastreio, não um diagnóstico médico.

Objetivo

O OLBI ajuda a medir a gravidade da exaustão (física, cognitiva e emocional) e do desengajamento (distância emocional e perda de interesse no trabalho), e a decidir se vale a pena procurar apoio ou ajustar exigências no local de trabalho.

Estrutura

O OLBI tem 16 itens em duas subescalas:

  • Exaustão — sentir-se esgotado, cansado ou sobrecarregado.
  • Desengajamento — cinismo, indiferença ou distanciamento em relação às tarefas de trabalho.

Cada item é avaliado numa escala de 4 pontos, de Discordo totalmente a Concordo totalmente.

Interpretação no LuriaLab

No LuriaLab, o relatório mostra pontuações de exaustão e desengajamento. Pontuações mais altas sugerem maior sobrecarga ligada ao burnout neste rastreio — sempre no contexto de sono, stress, humor e condições de trabalho. Padrões comuns: alta exaustão com baixo desengajamento (ainda investido, mas esgotado); baixa exaustão com alto desengajamento (energia presente, mas emocionalmente desligado); ambos elevados (sinal mais forte).

Limitações

A OMS descreve o burnout como um fenómeno ocupacional, não uma doença. O OLBI não diagnostica. Os resultados devem ser interpretados por um profissional qualificado quando os sintomas afetam a saúde ou o funcionamento.

Referência

Demerouti, E., & Bakker, A. B. (2008). The Oldenburg Burnout Inventory: A good alternative to measure burnout and engagement. In Handbook of Stress and Burnout in Health Care (pp. 65–78).

Perguntas frequentes

O que é um teste de burnout?

Um teste de burnout é um questionário curto que avalia a exaustão relacionada com o trabalho, o cinismo e a redução do engajamento. O OLBI (Inventário de Burnout de Oldenburg) é um rastreio validado de 16 itens que mede as subescalas de exaustão e desengajamento.

O OLBI é um bom teste de burnout?

O OLBI é amplamente utilizado em investigação e saúde ocupacional. Captura tanto a exaustão quanto o desengajamento — não apenas o cansaço — o que muitos clínicos e empregadores consideram útil para o rastreio de burnout no local de trabalho.

OLBI vs Inventário de Burnout de Maslach (MBI)?

O MBI enfatiza a exaustão emocional; o OLBI também mede o desengajamento do trabalho. Ambos são rastreios respeitados de burnout. O OLBI é mais curto (16 itens) e gratuito no LuriaLab.

Um teste de burnout diagnostica burnout?

Não. A OMS descreve o burnout como um fenómeno ocupacional, não um diagnóstico médico. Um teste de burnout ajuda a avaliar os níveis de sintomas e a decidir se deve procurar apoio profissional.

Quanto tempo leva para completar o OLBI?

A maioria das pessoas completa o OLBI de 16 itens em cerca de 3 a 5 minutos. Recebe uma pontuação imediata para as subescalas de exaustão e desengajamento.

O que é o teste de burnout OLBI?

O Inventário de Burnout de Oldenburg (OLBI) é um rastreio validado de 16 itens usado em contextos de trabalho e investigação. Mede duas dimensões: exaustão (sentir-se esgotado e sobrecarregado) e desengajamento (cinismo e distância em relação ao trabalho). Pontuações mais altas sugerem maior sobrecarga ligada ao burnout neste rastreio — não é um diagnóstico médico.

OLBI vs Inventário de Burnout de Maslach (MBI)

O MBI clássico enfatiza sobretudo a exaustão emocional. O OLBI também captura o desengajamento — o “desligar” mental mesmo quando ainda há energia — o que muitas pessoas reconhecem como burnout.

Rastreios gratuitos relacionados no LuriaLab

Guia do teste de burnout OLBI — como ler o seu resultado.

Termos relacionados do glossário

Burnout

  • Categoria

  • Referências bibliográficas

    Demerouti, E., & Bakker, A. B. (2008). O Inventário de Burnout de Oldenburg: Uma Boa Alternativa para Medir Burnout e Engajamento. In Handbook of Stress and Burnout in Health Care (pp. 65-78).
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