Visão geral
O Experiências em Relacionamentos Próximos – Formulário Curto (ECR-S) é um questionário de autoavaliação de 12 itens desenvolvido por Wei, Russell, Mallinckrodt e Vogel (2007). É uma versão breve do ECR original e mede as mesmas duas dimensões do vínculo romântico adulto.
O que mede
Cada dimensão é pontuada como a média de 6 itens em uma escala de 1–7 (após a reversão da pontuação de itens selecionados):
- Ansiedade de apego — medo de rejeição e abandono, e uma forte necessidade de segurança.
- Evitamento de apego — desconforto com a proximidade e dependência, e uma preferência por distância emocional.
O ECR-S é mais curto que o ECR-R de 36 itens, enquanto captura as mesmas duas dimensões. Seu resultado relata cada dimensão separadamente. Pontuações mais altas indicam maior ansiedade ou evitamento.
Bandas de referência (orientação, mesma estrutura que nosso relatório ECR-R): baixo abaixo de 3.0, moderado 3.0–4.99, alto 5.0 e acima. Esta é uma medida de triagem educacional, não um teste diagnóstico.
Referência
Wei, M., Russell, D. W., Mallinckrodt, B., & Vogel, D. L. (2007). Journal of Personality Assessment, 88(2), 187–204.
Perguntas frequentes
O que é o ECR-S?
A Escala de Experiências em Relacionamentos Próximos – Formulário Curto (ECR-S) é um questionário de 12 itens de Wei, Russell, Mallinckrodt e Vogel (2007). Mede a ansiedade e o evitamento de apego romântico adulto — as mesmas duas dimensões do ECR/ECR-R mais longo.
Quem deve fazer o ECR-S?
Adultos com 18 anos ou mais que desejam uma triagem breve do estilo de apego em relacionamentos românticos. É útil quando você quer o perfil de duas dimensões sem completar 36 itens.
Como as pontuações do ECR-S são interpretadas?
Cada subescala é a média de 6 itens em uma escala de 1–7 após a reversão da pontuação de itens selecionados. Seu relatório LuriaLab mostra ansiedade e evitamento separadamente com bandas baixas (<3.0), moderadas (3.0–4.99) e altas (≥5.0).
O ECR-S diagnostica um transtorno de apego?
Não. É uma ferramenta de triagem e autorreflexão, não um diagnóstico clínico. Padrões podem mudar ao longo do tempo; o apoio profissional pode ajudar se os resultados o preocuparem.
Referências bibliográficas
Wei, M., Russell, D. W., Mallinckrodt, B., & Vogel, D. L. (2007). A Escala de Experiências em Relacionamentos Próximos (ECR)-Formulário Curto: Confiabilidade, validade e estrutura fatorial. Journal of Personality Assessment, 88(2), 187–204. Itens de Brennan, K. A., Clark, C. L., & Shaver, P. R. (1998).