Teste de Triagem para Dependência Sexual

SAST-R-V2.0


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Visão geral

O Teste de Triagem para Dependência Sexual (SAST) é um questionário de autoavaliação projetado para avaliar a dependência sexual e comportamentos sexuais problemáticos. Esta ferramenta é utilizada por clínicos e pesquisadores para identificar indivíduos que podem ter um padrão de comportamento sexual compulsivo que impacta sua vida diária e funcionamento. O SAST é particularmente valioso no diagnóstico da dependência sexual e na orientação do planejamento do tratamento.

Objetivo

O principal objetivo do SAST é rastrear sinais de dependência sexual e avaliar a gravidade dos problemas de comportamento sexual. Ele visa:

  • Identificar indivíduos que podem estar lutando contra a dependência sexual
  • Fornecer uma base para uma avaliação diagnóstica mais aprofundada
  • Ajudar no desenvolvimento de planos de tratamento personalizados

Estrutura

O SAST consiste em uma série de itens que se concentram em vários aspectos do comportamento sexual e questões relacionadas. Os itens cobrem uma variedade de tópicos, incluindo:

  • Frequência de comportamentos sexuais
  • Impacto emocional e psicológico das atividades sexuais
  • Controle comportamental e impulsividade relacionados à conduta sexual

Aplicações

  • Uso Clínico: Os clínicos usam o SAST para avaliar a presença e a gravidade da dependência sexual, para orientar decisões diagnósticas e para informar o desenvolvimento de planos de tratamento individualizados.
  • Uso em Pesquisa: Os pesquisadores usam o SAST para estudar a prevalência e o impacto da dependência sexual, para explorar fatores psicológicos subjacentes e para avaliar a eficácia das intervenções terapêuticas.

Propriedades Psicométricas

O SAST foi validado por meio de vários estudos de pesquisa e apresenta propriedades psicométricas robustas, incluindo:

  • Consistência Interna: O SAST demonstra alta consistência interna, com valores de alfa de Cronbach tipicamente acima de 0,80, indicando medição confiável dos itens.
  • Confiabilidade Teste-ReTeste: O SAST exibe forte confiabilidade teste-reteste, refletindo estabilidade nas respostas ao longo do tempo.
  • Validade: O SAST demonstrou boa validade convergente, correlacionando-se efetivamente com outras medidas de dependência sexual e construtos relacionados.

Tradução e Adaptação

O SAST foi traduzido para várias línguas e adaptado para uso em diferentes contextos culturais, tornando-se uma ferramenta versátil para populações diversas.

Conclusão

O Teste de Triagem para Dependência Sexual (SAST) é uma ferramenta essencial para identificar e avaliar a dependência sexual e comportamentos sexuais problemáticos. Sua avaliação detalhada dos comportamentos sexuais, propriedades psicométricas robustas e ampla aplicabilidade a tornam valiosa tanto para a prática clínica quanto para a pesquisa. Ao destacar questões relacionadas à dependência sexual, o SAST ajuda os profissionais de saúde a desenvolver estratégias de tratamento eficazes e melhorar os resultados dos pacientes.

Perguntas frequentes

O que e o SAST-R?

O Sexual Addiction Screening Test—Revised (SAST-R) e um rastreio de 45 itens sim/nao sobre pensamentos e comportamentos sexuais compulsivos ou fora de controle.

Quem deve considerar o SAST-R?

Adultos preocupados de que o comportamento sexual cause sofrimento, segredo, dano relacional ou perda de controle.

Como interpretar os resultados do SAST-R?

Mais respostas «sim»—especialmente em varios dominios—indicam maior preocupacao. O relatorio resume totais e interpretacao.

O SAST-R diagnostica dependencia sexual?

Nao. Rastreia padroes de sintomas; diagnostico e plano de tratamento exigem avaliacao profissional.

Termos relacionados do glossário

Comportamento Sexual Compulsivo, Dependência

  • Categoria

  • Referências bibliográficas

    Carnes, P., Green, B., & Carnes, S. (2010). O mesmo, mas diferente: Reorientando o teste de triagem para dependência sexual (SAST) para refletir orientação e gênero. Sexual Addiction & Compulsivity: The Journal of Treatment & Prevention, 17(1), 7–30. https:\/\/doi.org\/10.1080\/10720161003604087
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